Para iniciarmos qualquer análise sobre a hipótese da
evolução precisamos nos deter inicialmente sobre o significado da palavra
Teoria, vejamos: Teoria é segundo o
dicionário: “Princípios básicos e elementares de uma arte ou ciência.
Sistema ou doutrina que trata desses princípios. Conhecimento especulativo
considerado independente de qualquer aplicação. Conhecimento que se limita à
exposição, sem passar à ação, sendo, portanto, o contrário da prática.
Conjetura, hipótese. Utopia.”[1]
Portanto, em resumo trata-se de uma hipótese, uma
possibilidade, e pela própria definição já se obtêm que não se trata de uma
certeza.
Pois bem, para os defensores da hipótese da evolução tudo
começou com a outra hipótese, ou seja, a Teoria do Big Bang: “Segundo a Teoria do Big Bang, o universo
teria surgido de uma grande explosão cósmica, que criou o espaço e o tempo. ”[2]
Conceito: Em oposição ao criacionismo, a teoria evolucionista parte
do princípio de que o homem é o resultado de um lento processo de alterações
(mudanças). Esta é a ideia central da evolução:
os seres vivos (vegetais e animais, incluindo os seres humanos) se originaram
de seres mais simples, que foram se modificando ao longo do tempo.
Essa teoria, formulada na segunda metade do século XIX pelo
cientista inglês Charles Darwin, tem sido aperfeiçoada pelos pesquisadores.
É
preciso lembrar ainda que existem diferenças entre micro e macro evolução:
Microevolução: é
a ocorrência de mudanças evolutivas em pequena escala, como as mudanças de
frequências gênicas dentro de uma população, ao longo de um número reduzido de
gerações. Ou seja, corresponde às alterações que ocorrem numa escala de curtos
espaços de tempo, sendo que estas alterações acontecem ao nível ou abaixo do
nível taxonômico da espécie. Os processos micro evolutivos devem-se a quatro
diferentes processos: A mutação, a seleção natural, a deriva genética e o fluxo
gênico (migração).[3]
Macroevolução: “A
macroevolução, diferentemente da microevolução, relaciona-se com a evolução que
ocorre em um nível acima de espécie. ”[4]
Em que isto afeta nossa
fé? Resposta: Nada, o Deus que cria em 07 dias pode criar em 07 bilhões de
anos, sabemos a bíblia nunca quis ser um livro de ciências naturais, ela
transmite verdades teológicas, por isso sua interpretação deve-se dar pela ação
do Espírito Santo através dos pastores da Igreja de Cristo.
Problemas:
A própria comunidade
científica é consciente e sóbria diante da teoria da evolução e aponta inúmeras
falhas e incoerências, vejamos algumas:
1.
Crer na evolução viola a Primeira Lei
da Termodinâmica, a lei da conservação da energia, que estabelece que a energia
pode ser convertida de uma forma a outra, mas não pode ser criada ou destruída.[5]
2.
Nada
na organização atual da lei natural pode dar conta de sua própria origem.
A energia necessária para uma evolução inovadora, por exemplo, um peixe que
desenvolva pernas para se arrastar para fora de uma lagoa, transgride esta lei
inviolável da física. A estrutura atual do universo é de conservação. A energia
disponível para trabalho útil em um sistema funcional tende a dissipar-se,
embora a energia total permaneça constante.
Sistemas estruturados progridem de um estado mais ordenado e complexo para
um menos ordenado, desorganizado e aleatório. Este processo é conhecido como
“entropia”. Teoricamente em uma situação rara, limitada e temporária poderia
acontecer no final um estado mais ordenado. Mas, de acordo com esta lei, todos
os sistemas se movem rumo à deterioração. A evolução viola diretamente a
segunda lei da termodinâmica. Os evolucionistas estão conscientes disso e por
esta razão precisam de bilhões de anos de violações frequentes da segunda lei
da termodinâmica. Estatisticamente a evolução não é apenas altamente
improvável, mas virtualmente impossível.
3.
A evolução viola a Lei da Biogénese
de que a vida vem apenas de uma vida pré-existente e apenas perpetua sua
própria espécie. Crer na evolução é essencialmente uma crença na “geração espontânea” onde em um cenário a
vida apareceu quando um raio golpeou algo denso e de alguma maneira uma célula
viva se formou.
Pasteur
(1860), Spallanzani (1780), e Redi (1688) refutaram que as larvas podem vir de
carne em decomposição, moscas de cascas de banana, abelhas de bezerros mortos
(etc…). Quando a matéria deteriorada foi selada e esterilizada nenhuma vida
surgiu já que não houve contaminação biológica.
4 Não existe prova alguma no registro fóssil que confirme a
evolução.
De acordo com a teoria geral da evolução a progressão
básica da vida culminando no homem era: matéria inerte, protozoários,
metazoários invertebrados, peixes vertebrados, anfíbios, répteis, pássaros,
quadrúpedes com pêlo, símios e homem. Se a teoria da evolução fosse precisa
esperaríamos encontrar uma vasta quantidade de formas de transição
objetivamente preservadas em registros fósseis. As formas transitórias são
totalmente ausentes dos registros fósseis existentes. Os evolucionistas,
cientes desta falha evidente em seu sistema de crença, agora argumentam que os
fósseis não estão presentes porque houve breves “explosões evolutivas” durante bilhões de anos as quais, por causa
da rapidez e brevidade, não deixaram marcas (como impressões digitais) no
tempo. Apesar da crença na “explosão
evolutiva”, ela ainda não encontra suporte nem na Primeira, nem na Segunda
Lei da Termodinâmica e, tampouco, na Lei da Biogênese.
5.
Os registos fósseis falharam ao documentar um simples e verificável “elo perdido” entre o símio e o homem.
São
inúmeras as compilações sobre evidências superficiais, e imprecisas,
construções altamente especulativas e interpretações de artistas, entretanto
não existe uma prova científica sequer documentando um elo perdido. “Achados positivos” de um elo perdido são
periodicamente anunciados apenas para serem subsequentemente confundidos em
controvérsias revistas ou desmentidas. O
Elo é sempre imaginário. Por
muitos anos o Homem de Neanderthal foi considerado um elo perdido. Ele foi
retratado como uma criatura peluda, semi-ereta, contorno alterado do tórax,
mais frequentemente com um porrete nas mãos. Outros esqueletos de Neanderthal
revelaram que o Homem de Neanderthal era completamente ereto, totalmente
humano, com uma capacidade cerebral superior a do homem moderno em até 13%.
Concluiu-se que a espécie inicial tinha sido mutilada pela osteoartrite
(afecção inflamatória das articulações) e raquitismo. Hoje o Homem de Neandertal
é considerado Homo sapiens.
6. A
evolução falha ao explicar a existência de uma “célula simples”.
Os
organismos unicelulares mais simples têm em seus genes e cromossomos tantos
dados quanto existem documentos escritos nas maiores bibliotecas do mundo – um
trilhão de documentos. Existem centenas de milhares de genes em cada célula. A
maioria das formas de vida tem bilhões de células de grande complexidade em
perfeita ordem. Não há razão em se dizer que o acaso pode organizar dados tão
sólidos. A possibilidade matemática de um corpo humano ser formado
acidentalmente é a mesma de uma explosão em uma gráfica formar um dicionário. Sir Fred Hoyle, um homem ateu e que deu origem à teoria
do “universo infinito e em constante
expansão”, crê que as probabilidades de que o acaso tenha formado a vida na
terra são tão pequenas que podem ser comparadas à possibilidade que “um tornado atravessando um
depósito de ferro velho tem de montar um Boeing 747 com as peças em seu
interior”[6].
Hoyle e Chandra Wickramasinghe, uma astrônoma matemática, calcularam a
probabilidade de que a vida surgisse espontaneamente em qualquer lugar do
universo num raio de 15 bilhões de anos luzes e pelo menos 10 bilhões de anos
de idade. Eles descobriram que a chance de que esta probabilidade ocorra é
menos de uma em 1 com trinta zeros.
A evolução é uma teoria sem evidência
científica que a fundamente. É uma fé
vazia para aqueles que não querem crer em Deus e deveria ser ensinada como
religião. Uma religião que inspirou Karl Marx a desenvolver sua teoria de luta
de classes e influenciou Adolf Hitler com sua raça ariana evoluída e superior.
Muitos foram sacrificados por causa de suas visões utópicas, cruéis e amorais.
A
evolução é um sistema de crença em que se é obrigado a acreditar num
Deus chamado acaso.
Teoria do Design Inteligente – EUA
1990
Existência
de um construtor inteligente
01
– Complexidade irredutível;
02
– Informação aperiódica funcional; mentes inteligentes para lidar com situação
improváveis
03
– Antevidência; os problemas que surgem foram resolvidos de antemão;
Alguns
exemplos da inteligência presente no mundo: complexo migratório - 20 mil
toneladas de nutriente que saem do deserto do Saara e caem sobre a Amazônia
todos os anos, toda a natureza;
04
- Outro fato é que os arqueólogos puderam constatar, ao longo de suas
pesquisas, que, num certo momento da história em que a flor da humanidade
desabrochou, o homem passou a enterrar seus mortos de maneira decorosa. E isso
ocorreu simultaneamente em toda parte do orbe terrestre em que havia a presença
humana, indo desde as tribos africanas aos nativos japoneses.
Homem
30.000 genes rato 30.000 apenas 300 diferentes (1% ), o mesmo acontece em
relação ao chimpanzé e ao gorila, além do carvalho.
Um
exemplo:
“1
cromossomo humano tem ao redor de 5 bilhões de nucleotídeos (bases
nitrogenadas, um radical fosfato e um açúcar) e, portanto, em torno de 20
bilhões de bases nitrogenadas (unidades de informação). Se admitirmos que cada
base nitrogenada seja uma unidade de informação, em somente 1 cromossomo humano
há aproximadamente 20 bilhões de unidades de informação. Sabidamente, 1 letra
de qualquer alfabeto conhecido pode ser identificada através de 6 unidades de
informação. Se dividirmos 20 bilhões por 6, teremos em torno de 3,3 bilhões de
letras. Uma palavra, em média, precisa de 6 letras para ser escrita. Se
dividirmos 3,3 bilhões por 6, teremos em torno de 500 milhões de palavras. Uma
página de livro tem em média 300 palavras. Se dividirmos 500 milhões por 300,
teremos algo em torno de 2 milhões de páginas. Se admitirmos que um livro médio
tem 500 páginas, ao dividirmos 2 milhões por 500, teremos 4 mil livros.
Portanto, um único cromossomo humano pode conter a informação de mais de 4 mil
livros. Eu me recuso a acreditar que isso é por acaso ... eu vejo em tudo que
me cerca a mão de Deus”. Enéas Carneiro
- médico cardiologista, matemático, físico, professor de diversas áreas e
político brasileiro.
Existem em nosso planeta 8.700,000
espécies[7]
[1]
Fonte: Dicionários: Michaelis, Priberam e Aurélio.
[5]
A primeira lei da termodinâmica é uma versão da lei de conservação da energia.
Também conhecido como Princípio de Joule, este postulado admite que diversas
formas de trabalho podem ser convertidas umas nas outras, elucidando que a
energia total transferida para um sistema é igual à variação de sua energia
interna, ou seja, em todo processo natural, a energia do universo se conserva
sendo que a energia do sistema quando isolado é constante. Observa-se também a
equivalência entre trabalho e calor, onde constatou-se que a variação Q - W é a
mesma para todos os processos termodinâmicos. Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Primeira_lei_da_termodin%C3%A2mica
[6] “Hoyle on Evolution,” Nature , Vol.
294, Nov. 12, 1981, p.105
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